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A mulher do pai

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Apagar todas as trocas de mensagem do WhatsApp. Ter um app secreto para conversinhas e trocas de nudes. Incinerar notinhas de restaurante, motel e compras fora do script. Anotar nomes com codinomes e deletar ligações. Além, é claro, de estarem com tempo de sobra, porque olha, ter companheiro ou companheirafilhos, trabalho e casa pra cuidar e ainda por cima ter amante… realmente precisa de muita metodologia.

Treinamento?

A madrasta - ou, simplesmente, a namorada do pai - cai numa teia de relações delicadas. Ainda por cima, costuma sofrer com o preconceito da sociedade. Quando Roberta tinha 13 anos, seu pai se casou novamente. Falava para eu sair de perto do meu pai e quis até decapitar meu curso de inglês, lembra.

Separação após nascimento do filho é ruim?

Nome, Kathy Murray. A californiana Kathy Murray se diz feminista e alega que salvou o próprio casamento ao parar de tentar controlar o marido. Murray afirma que agora segue - e ensina outras mulheres a fazer o mesmo - a abordagem explicada em um livro polêmico chamado Sim, Querido The Surrendered Wifeno original em inglêsda autora Laura Doyle. Fim do Talvez também te interesse. Me casei uma segunda vez aos 32 mas logo acabei indo dormir no quarto de hóspedes. Eu me sentia constrangida, com raiva e ressentida. Quer dizer, totalidade homem gosta de sexo, certo? Quanto mais eu falava para o meu marido como ele deveria ser, menos ele tentava. Gastei milhares de dólares apenas para ficar mais perto do divórcio do que eu estava mais.

'Sim Querido'

Pediu conselhos sobre o que fazer e frisou: sem julgamentos e mais empatia. Fiquei por três anos com o gerente da lanchonete onde trabalhava. Ele sempre me levava em motéis caros e fazíamos bons passeios. Nunca restante quis saber dele. Hoje, eles têm mais um filho.

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